Do fundo ao P8 em Darlington: a corrida em que sobrevivi ao caos para começar os playoffs da NASCAR 25

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Do fundo ao P8 em Darlington: a corrida em que sobrevivi ao caos para começar os playoffs da NASCAR 25

Darlington não costuma perdoar erros. E começar os playoffs da NASCAR 25 justamente em uma das pistas mais traiçoeiras da temporada, largando em P28 e com um carro tecnicamente inferior aos principais adversários, tornou tudo ainda mais complicado. O que parecia uma corrida de sobrevivência terminou em uma recuperação de 20 posições, uma relargada dramática e um P8 conquistado praticamente na última curva.

Existem corridas em que você entra pensando em vencer.

Em outras, precisa entender o campeonato.

Darlington pertencia definitivamente ao segundo grupo.

Quando cheguei para essa etapa da temporada no NASCAR 25, não estava começando apenas mais uma corrida. Depois de todo o caminho percorrido até aqui, finalmente havíamos chegado aos playoffs.

Era o primeiro round.

A primeira de dez corridas.

E, a partir daquele momento, qualquer erro poderia custar muito mais caro.

Minha prioridade, portanto, estava bem definida antes mesmo de colocar o carro na pista: precisávamos marcar pontos e, principalmente, terminar à frente de alguns dos nossos adversários diretos.

Parecia simples.

Darlington rapidamente tratou de mostrar que não seria.

Os playoffs começam agora

Existe uma mudança interessante quando uma temporada chega aos playoffs.

As corridas continuam tendo o mesmo número de voltas. Os adversários continuam sendo os mesmos. O carro continua sendo aquele que você desenvolveu ao longo do campeonato.

Mas a sensação muda.

Cada posição começa a carregar um peso diferente.

Perder três lugares deixa de ser apenas perder três lugares. Dependendo de quem está passando por você, aquilo pode significar perder terreno diretamente para alguém que está disputando a mesma vaga no campeonato.

Foi justamente por isso que entrei em Darlington olhando muito mais para os nomes ao meu redor.

Não bastava simplesmente terminar bem.

Precisava saber quem estava terminando na minha frente e quem estava ficando para trás.

Nossa meta inicial era um Top 12.

Considerando as condições, seria um excelente resultado.

E havia outro ingrediente deixando essa etapa ainda mais importante: chegávamos aos playoffs com um novo patrocinador.

A régua havia subido.

Era hora de entregar.

O problema é que nosso carro ainda não estava pronto

Toda essa expectativa esbarrava em uma realidade bastante menos empolgante.

Nosso equipamento estava defasado.

A suspensão ainda precisava de desenvolvimento e o motor estava no nível 6, enquanto alguns dos adversários já utilizavam equipamentos próximos do nível 8.

Em uma pista como Darlington, isso aparece.

Muito.

Não é simplesmente uma questão de velocidade máxima.

Darlington exige que você consiga posicionar o carro corretamente, manter velocidade nas curvas e principalmente preservar uma linha que permita voltar cedo para o acelerador.

Quando o equipamento não acompanha os adversários, começa aquela velha história:

você tenta compensar na pilotagem.

Freia um pouco mais tarde.

Carrega mais velocidade.

Aceita correr mais próximo do muro.

Só que Darlington possui uma maneira bastante particular de lembrar que existem limites.

O muro está sempre esperando.

Darlington é uma pista que exige respeito

Poucos ovais têm uma personalidade tão evidente.

Darlington Raceway é estreita, rápida e extremamente técnica.

Não existe aquela sensação de simplesmente virar o volante e manter o acelerador.

Você precisa encontrar ritmo.

Principalmente nas curvas, qualquer erro na entrada compromete toda a sequência.

E quando o carro não está exatamente como você gostaria, a pista parece ficar ainda menor.

Durante a classificação isso ficou evidente.

Eu queria colocar o carro pelo menos próximo da região que considerava ideal para nossa estratégia.

Não aconteceu.

Quando o resultado apareceu, estávamos em P28.

Vigésimo oitavo.

Muito longe do Top 12 que eu havia estabelecido como objetivo.

E então veio aquela pergunta inevitável:

como sair de P28 e transformar isso em uma boa corrida?

A resposta apareceu poucos minutos depois.

Na raça.

A largada piorou tudo antes de melhorar

Se largar em P28 já não era bom, os primeiros momentos conseguiram piorar o cenário.

No caos inicial, perdi posições.

Cheguei a P30.

Trinta carros.

Playoffs começando.

Meta de Top 12.

Carro inferior.

Darlington.

P30.

Não era exatamente o roteiro que eu imaginava.

Só que existe também um lado interessante em chegar tão atrás.

A partir daquele momento, não havia mais motivo para ficar excessivamente conservador.

Precisávamos avançar.

Comecei então aquilo que, durante a própria corrida, parecia uma verdadeira escalada monstra.

Um carro de cada vez.

Uma posição de cada vez.

Do P30 começou a recuperação

Quando você está no meio do pelotão em uma corrida da NASCAR, não existe muito espaço para respirar.

Tem carro por dentro.

Carro por fora.

Alguém tentando mergulhar.

Outro piloto fechando sua linha.

E em Darlington ainda existe o muro acompanhando tudo de muito perto.

Comecei a ganhar posições.

O carro podia não ser o melhor do grid, mas eu conseguia aproveitar as disputas e principalmente encontrar oportunidades quando os adversários começavam a se atrapalhar.

Essa é uma coisa que gosto muito nas corridas da NASCAR.

Nem sempre o carro mais rápido naquele momento é quem leva vantagem.

Você precisa ler o trânsito.

Se dois pilotos estão brigando na sua frente, talvez seja melhor esperar meio segundo em vez de imediatamente tentar entrar no meio.

Porque muitas vezes eles comprometem a própria trajetória.

A porta aparece.

E você passa os dois.

Foi assim que comecei a reconstruir minha corrida.

Havia um alvo: Gio Ruggiero

Conforme avançava, um nome passou a ser particularmente importante.

Gio Ruggiero.

Ele não era simplesmente mais um adversário na pista.

Era adversário nos playoffs.

Isso mudava tudo.

Se eu terminasse atrás dele, estaria entregando pontos diretamente para alguém que disputava o mesmo objetivo.

Então comecei a persegui-lo.

A diferença diminuía.

Eu sabia que precisava passar.

E quando apareceu a oportunidade, não fiquei esperando um convite formal.

Mergulhei.

Houve contato na traseira.

Foi uma disputa dura.

Darlington estava cobrando esse tipo de corrida.

Consegui completar a manobra e assumir a 21ª posição.

Pode parecer estranho comemorar P21.

Mas naquele momento, depois de ter chegado a P30, era um sinal muito importante.

A recuperação estava funcionando.

P20 no fim do primeiro estágio

Quando terminou o primeiro estágio, estávamos em P20.

Ainda longe do objetivo.

Mas havia uma diferença fundamental entre aquele P20 e o P28 do grid.

Agora eu tinha confiança.

Já havia entendido onde o carro funcionava.

Sabia onde poderia atacar.

E principalmente havia percebido que dava para avançar.

A corrida ainda estava completamente aberta.

O primeiro estágio havia servido praticamente como uma fase de reconhecimento em condições reais.

Agora precisávamos transformar aquilo em resultado.

Segundo estágio: sangue no olho

A relargada não ajudou.

Caí novamente.

P22.

Parecia que toda vez que conseguíamos construir alguma coisa, Darlington encontrava uma maneira de exigir mais.

Só que eu já estava em outro estado mental naquele momento.

Não queria administrar P22.

Não queria pensar que um Top 20 seria aceitável considerando nosso equipamento.

A meta continuava sendo Top 12.

Então voltamos para cima.

As disputas ficaram mais intensas.

Roda a roda.

Toques laterais.

Carros muito próximos.

E aquele muro aparecendo constantemente no campo de visão.

Era necessário correr no limite sem ultrapassá-lo.

O carro não ajudava, mas continuávamos avançando

Em determinados momentos, a deficiência técnica aparecia claramente.

Eu conseguia fazer uma boa curva e preparar a saída, mas via adversários conseguindo recuperar terreno por conta do equipamento.

Isso é frustrante.

Porque a reação natural é tentar compensar.

E compensar significa assumir riscos.

Comecei a carregar mais velocidade onde conseguia.

Tentava aproveitar qualquer pequeno espaço.

Não dava para esperar que o carro fizesse todo o trabalho.

Era preciso colocar alguma coisa a mais.

E aos poucos a classificação começou novamente a mudar.

P20.

P18.

P17.

P16.

Até chegarmos a P15.

Naquele momento, a meta já não parecia absurda.

O Top 12 estava a três posições.

De sobrevivência para oportunidade

Essa é uma das mudanças mais interessantes que acontecem durante uma corrida.

Quando você estava em P30, P15 parecia excelente.

Quando chega em P15, começa imediatamente a olhar para P14.

Depois P13.

E então percebe que P12 está logo ali.

Nossa corrida havia mudado completamente.

Já não estávamos tentando salvar o desastre da classificação.

Estávamos brigando diretamente pela meta estabelecida antes da largada.

E ainda faltava o estágio mais importante.

O terceiro.

A parte da corrida em que tudo seria decidido.

Ben Rhodes e Caruth viram os próximos obstáculos

Chegamos ao estágio final com uma batalha extremamente importante pela região do P12.

Entre os adversários estavam Ben Rhodes e Rajah Caruth.

E naquele momento eu sabia exatamente o que estava em jogo.

Top 12 era nossa meta.

Depois de largar em P28 e cair para P30, chegar naquela disputa já era uma recuperação enorme.

Mas existe um problema quando você enxerga a meta na sua frente.

Você quer mais.

Comecei a pressionar.

Procurava espaços.

Tentava preparar as ultrapassagens sem comprometer o carro.

As voltas passavam.

A tensão aumentava.

E Darlington continuava sendo Darlington.

Qualquer contato poderia destruir tudo.

Faltando duas voltas, a bandeira amarela

Então aconteceu aquilo que provavelmente nenhum piloto quer ver quando uma corrida está entrando em sua fase decisiva.

Bandeira amarela.

Faltavam aproximadamente duas voltas.

Tudo que havíamos construído ao longo da corrida seria comprimido novamente.

As diferenças desapareceriam.

O pelotão ficaria junto.

E teríamos uma relargada praticamente de vida ou morte.

Existe uma tensão muito particular nesse momento.

Durante dezenas de voltas você trabalha para conquistar posições, criar distância e organizar sua corrida.

A amarela aparece.

E tudo volta praticamente para zero.

Por outro lado, eu também sabia que aquilo poderia representar uma oportunidade.

Se acertasse a relargada, talvez não precisasse me contentar com P12.

A relargada que poderia decidir os playoffs

Claro que uma única corrida não decide uma temporada inteira.

Mas começar os playoffs com um resultado ruim cria imediatamente uma pressão adicional.

Eu não queria carregar isso para Bristol.

Precisávamos aproveitar aquela chance.

Quando veio a bandeira verde, não existia mais espaço para conservação.

Era ataque.

O pelotão estava compacto.

As posições poderiam mudar em questão de segundos.

Começaram os mergulhos.

Os carros se espalharam.

E eu fui procurando qualquer espaço que aparecesse.

Uma posição.

Outra.

Mais uma.

A corrida que havia começado em P28 estava prestes a entregar algo que eu não imaginava nem mesmo quando chegamos ao Top 15.

A última volta em Darlington

Última volta.

Esse é o momento em que todas as contas desaparecem.

Não existe mais “depois eu tento”.

Não existe mais “vou preparar para a próxima volta”.

A próxima volta não existe.

Se aparecer o espaço, você precisa decidir.

E eu decidi atacar.

Havia adversários importantes dos playoffs na disputa, incluindo Majeski e Remer.

Cada posição conquistada ali tinha valor dobrado na minha cabeça.

Não era apenas classificação da corrida.

Era campeonato.

Chegamos à última curva.

E apareceu a oportunidade.

O mergulho final

Fui por dentro.

Naquele momento não existia mais espaço para hesitação.

Era uma daquelas manobras em que você coloca o carro e depois precisa lidar com as consequências.

Mergulhei.

Segurei.

Os carros estavam próximos.

A linha de chegada estava chegando.

E quando tudo terminou, olhei para a posição.

P8.

Oitavo lugar.

Demorei alguns segundos para realmente processar o tamanho da recuperação.

Havíamos largado em P28.

Chegamos a cair para P30.

E cruzamos a linha em P8.

Vinte posições recuperadas em relação ao grid.

E 22 desde o pior momento da corrida.

Um P8 que vale muito mais que um P8

Olhando apenas para uma tabela, alguém poderia dizer:

“Beccão terminou em oitavo.”

E estaria tecnicamente correto.

Mas essa frase não explica absolutamente nada sobre aquela corrida.

Não explica o equipamento inferior.

Não explica o motor nível 6 contra adversários mais desenvolvidos.

Não explica a suspensão defasada.

Não explica P28.

Muito menos P30.

Não explica a perseguição aos adversários dos playoffs.

Não explica a amarela no final.

E definitivamente não explica aquela última curva.

Por isso contexto é tão importante no automobilismo.

Algumas vezes um P8 pode ser decepcionante.

Em Darlington, aquele P8 parecia enorme.

A meta era Top 12. Entregamos Top 8

Antes da corrida, eu havia estabelecido uma meta que considerava realista.

Top 12.

Não queria fazer promessas absurdas considerando nosso carro.

Precisávamos começar os playoffs com consistência.

No final, conseguimos quatro posições a mais.

E fizemos isso da maneira mais difícil possível.

A corrida mostrou também que ainda temos muito trabalho pela frente.

Não podemos depender de recuperações como essa em todas as etapas.

É divertido para quem assiste.

É emocionante para quem pilota.

Mas não é exatamente a estratégia mais tranquila para disputar um campeonato.

Precisamos desenvolver o carro.

Os playoffs não permitem acomodação

Se existe uma conclusão técnica importante depois de Darlington, é essa.

O motor precisa evoluir.

A suspensão precisa acompanhar.

Nossos adversários estão desenvolvendo seus equipamentos e, conforme avançarmos nos playoffs, qualquer deficiência tende a ficar mais evidente.

Pilotagem pode compensar muita coisa.

Mas não tudo.

Darlington mostrou que conseguimos sobreviver mesmo quando o equipamento não estava no nível ideal.

Agora precisamos transformar essa sobrevivência em competitividade.

Porque as próximas pistas podem não oferecer as mesmas oportunidades.

O valor de terminar à frente dos adversários certos

Outra coisa que essa corrida reforçou para mim foi a importância de olhar além da posição absoluta.

Nos playoffs, terminar em P8 é bom.

Mas terminar em P8 à frente de adversários diretos é ainda melhor.

Durante toda a prova eu estava atento a isso.

Gil Rodheiro.

Majeski.

Remer.

Os nomes importavam.

Cada vez que conseguíamos colocar um deles atrás, não estávamos simplesmente ganhando uma posição.

Estávamos fazendo aquilo que precisávamos fazer para continuar vivos no campeonato.

É uma mentalidade diferente.

E provavelmente será assim durante todas as próximas etapas.

Darlington foi uma corrida de resiliência

Se eu tivesse que escolher uma palavra para definir essa corrida, provavelmente seria resiliência.

Nada veio facilmente.

Classificação ruim.

Equipamento inferior.

Perda de posições na largada.

Recuperação.

Nova queda após relargada.

Mais recuperação.

Bandeira amarela no final.

E uma última volta em que ainda precisávamos decidir se atacaríamos ou aceitaríamos aquilo que já tínhamos conquistado.

Escolhi atacar.

Talvez seja justamente isso que tornou o resultado tão especial.

Poderíamos ter administrado.

Mas havia mais alguma coisa disponível.

Fomos buscar.

P28 para P8

No final, os números contam uma parte importante da história:

Largada: P28.

Pior posição: P30.

Fim do Estágio 1: P20.

Segundo estágio: recuperação até P15.

Meta: Top 12.

Resultado: P8.

Vinte posições conquistadas desde a largada.

Um começo extremamente sólido nos playoffs.

E, talvez mais importante, a confirmação de que podemos continuar brigando mesmo quando nosso carro não é o melhor.

Mas não quero depender disso.

Precisamos melhorar.

Porque agora vem Bristol.

Próxima parada: Bristol

Se Darlington já era complicada, a próxima etapa não promete exatamente tranquilidade.

Bristol será a 19ª corrida da temporada.

E chegaremos lá carregando um resultado importante.

Mas também carregando a responsabilidade de continuar pontuando.

Playoffs não permitem viver eternamente de uma grande corrida.

Darlington terminou.

Os pontos foram conquistados.

Agora precisamos fazer tudo novamente.

Essa é a crueldade — e também uma das grandes qualidades — de um campeonato.

A bandeirada encerra uma batalha.

Não encerra a guerra.

Uma corrida que representa o Beccão Racing

Quando comecei essa prova em P28, seria muito fácil aceitar que Darlington simplesmente não seria nosso dia.

Quando caí para P30, essa sensação poderia ter aumentado ainda mais.

Mas corrida não termina na primeira volta.

E essa talvez seja uma das coisas de que mais gosto no automobilismo.

Enquanto houver voltas, existe alguma coisa para buscar.

Às vezes é uma vitória.

Às vezes é um pódio.

Às vezes é apenas uma posição.

Em Darlington, começamos buscando sobreviver.

Depois buscamos o Top 20.

Chegamos ao Top 15.

Passamos a mirar o Top 12.

E quando apareceu uma última oportunidade, terminamos em P8.

É por isso que uma classificação final nunca consegue contar completamente uma corrida.

Entre o P28 do grid e o P8 da bandeirada existiram dezenas de pequenas decisões.

Ultrapassagens.

Contatos.

Erros.

Defesas.

Relargadas.

Riscos.

E uma última curva em que ainda havia alguma coisa para conquistar.

Foi lá que fomos buscar.

Começamos os playoffs no fundo do grid.

Terminamos entre os oito primeiros.

E se Darlington deixou alguma mensagem para o restante dessa temporada, foi bastante simples:

o carro ainda precisa evoluir.

Nossa vontade de correr, não.


Assista à corrida completa

Toda essa recuperação pode ser acompanhada no episódio “DO FUNDO AO P8 NOS PLAYOFFS! Sobrevivemos ao Caos de Darlington | NASCAR 25”, no Beccão Racing.

No vídeo, dá para acompanhar desde as dificuldades da classificação e a largada em P28 até a escalada pelo pelotão, as disputas contra adversários dos playoffs e a relargada que transformou as últimas voltas em uma batalha pelo melhor resultado possível.

Darlington foi apenas o primeiro capítulo dos playoffs.

Agora seguimos para Bristol.

Porque aqui no Beccão Racing, uma corrida pode terminar na bandeirada.

A história da temporada continua na próxima largada.

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Guilherme Becco
Sobre o autor

Guilherme Becco

Criador do Beccao Racing, com foco em simuladores de corrida, automobilismo virtual, Fórmula 1, NASCAR, endurance e cultura gamer.